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Papo Cloud 055 – 3 erros no planejamento de Cloud Computing

Vinícius Perrott 26 de janeiro de 2020 1001 100 2


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3 erros que são bastante comuns de serem encontrados no planejamento de Cloud Computing, que provável você encontre em seu projeto.

Bem-vindo ao Papo Cloud podcast. Eu sou Vinicius Perrott e aqui, o Papo é Cloud!

Se você tem algum projeto de Computação em Nuvem, qual ou quais seriam os 3 erros que ocorreram ou que estão ocorrendo no seu projeto?

Os provedores de soluções em nuvem, no geral possuem um SLA de 99,95% em disponibilidade, e isso envolve, garantia de acesso, segurança, resiliência, continuidade de negócio entre outros elementos.

Existem serviços com garantia de SLA de 99,999%, como você sabe, quanto mais 9 (noves) após a virgula, maiores são as garantias que os provedores de Cloud Computing implementam nos seus datacenter.

Toda essa garantia vai muito além de redundância de geradores, ar-condicionado, link de dados ou qualquer outro elemento técnico que esteja passando pela sua cabeça nesse momento.

Para se atingir 99,9% ou mais de disponibilidade de um serviço; seja ele qual for, é mais que vital que os processos para o funcionamento do ambiente estejam e SEJAM seguidos e vivenciados por todos que estão de forma direta ou indireta conectados ao processo de operação e sustentação do ambiente.

O que fica bastante claro é o seguinte.

Cada provedor tem o mesmo objetivo (além de ter mais clientes utilizando seus serviços por motivos óbvios), os objetivos em comum são:

  • Segurança;
  • Disponibilidade;
  • Conjunto de ofertas de serviços, com base no perfil dos seus cliente.

Mesmo você entendendo bem o posicionamento das ofertas de cada provedor e avaliado todos os detalhes possíveis, por que que ainda temos projetos que falham e acabam trazendo prejuízos enormes para as empresas?

Esse pergunta é uma daquelas que são difíceis de responder.

E se você achar a resposta perfeita para qualquer projeto e situação, garanto que você será rico para sempre.

A transcrição desse episódio e materiais citados aqui, você vai encontrar em papo.cloud/055.

Contribua com o Papo Cloud!

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Vou compartilhar aqui 3 situações que acabo vivenciando nos projetos de Computação em Nuvem e se você ainda não viu isso ocorrer ou você ainda não participou de um projeto de cloud ou pode ser que você esteja na equipe que não tem acesso a essas informações.

Então vamos lá.

Primeiro erro em projeto de nuvem é você querer saber exatamente quando vai custar todo o projeto.

Parece meio que uma obrigação para o gestor de TI saber exatamente quando o projeto vai custar depois de 3 anos.

Existe uma certa ansiedade por parte dos gestores financeiros que estão bem acostumados com projetos de TI no modelo tradicional de compra, onde basicamente era adquirido um determinado equipamento e feito um cronograma de desembolso, seja mensal, anual ou qualquer que seja a forma e condições de pagamento.

Esse hábito foi adquirido ao logo de vários anos na compra de soluções de TI.

Se você receber uma proposta de projeto de nuvem indicando os valores extados de quanto vai custar todo o projeto nos próximos 3 anos, muito cuidado nesse momento.

A variação entre o real consumido tecnicamente versus o que você estiver pagando devem sempre estarem juntos, quanto mais você consumir um item, mais você irá pagar por ele e o inverso também é o correto.

Consumir serviços em nuvem, pagando como se fosse solução on-premisse, pode ter certeza, tem alguma coisa de errado nessa história.

O segundo erro é não se preocupar como são feitos os cálculos de impostos sobre serviços em nuvem.

Pois é! Você que está ouvindo deve está sem perguntando algo assim:

Impostos sobre serviços?

Isso é fácil, se for serviço é o velho e já conhecido o ISS – Imposto Sobre Serviço.

Só para ser breve!

Cada estado segue um entendimento sobre o que é produto e serviço para software.

Mesmo que você esteja contratando o Microsoft Azure ou Office 365, e você entende que a natureza técnica deles sejam baseadas em serviço, existem entendimento divergente por cada estado e até mesmo pelo governo federal.

Sabendo que cada estado pode ter uma forma diferente de calcular sobre serviços em Cloud Computing, ainda existem alguns benefícios fiscais como por exemplo no Porto Digital do Recife que empresas instaladas lá, pagam 2% de ISS e fora do porto o que prevalece são os 5% de ISS.

Uma coisa que é importante saber como as empresas de classes estão se organizando para ter o melhor enquadramento de impostos.

E o que tem tramitado em pauta na Assembleias Legislativas dos estados.

Pois é, o que rola por lá pode impactar sim o seu projeto de nuvem.

Se é serviço é o Imposto Sobre Serviço o ISS, se for produto é o  Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços o ICMS.

Antes de irmos para o nosso terceiro ponto eu tenho um recado para você!

O que acha de mais um episódio do Tá Na Nuvem na nossa programação?

Passando de 2 para 3 episódio por semana na grade oficial do podcast.

Mas para saber se é interessante mais um Tá Na Nuvem durante a semana para você, eu conto com a sua ajuda!

A média de downloads aqui do podcast estão em torno de 1500 por mês, a meta é a seguinte.

Quando passarmos 2000 downloads por mês, vou lançar mais um Tá Na Nuvem.

Indique os episódio para seus amigos e quanto mais pessoas ouvirem ao podcast, mais rápido teremos mais um Tá Na Nuvem na nossa programação oficial.

Então vai ser assim, quando passarmos 2000 downloads por mês, mas um episódio na semana.

Conto com a sua ajuda!

Voltando, e agora entra o terceiro erro de projetos de computação em nuvem é, o que você pagou já era e não volta mais.

Foi calculado o consumo estimado do seu projeto de backup em nuvem e ele estaria ocupando 300 teras de dados armazenados em nuvem e já foram consumidos 200 teras dos 300 iniciais.

Nesses 200 teras só para facilitar os cálculos, considere que tenha consumido 2/3 (dois tersos) do saldo em reais, de todo o orçamento previsto.

Mesmo você revendo os dados armazenados e acabe fazendo uma limpeza geral e caia de 200 teras para 100 teras armazenado em nuvem, essa diferença de 100 teras não voltam como crédito no ambiente.

Então fique bem consciente, a palavra consumo é bem clara no seu sentido e aplicação.

Não existe o conceito de disconsumo, eu mesmo nem sei se essa palavra existe.

Só revisando aqui os 3 erros em projetos que poucos acabam se atentando.

Primeiro

Achar que vai saber exatamente tudo que vai ser consumido e pago pelos próximos anos do projeto.

Segundo

Não saber como é calculado os impostos e jogar a responsabilidade para o provedor que está vendendo para você, SE LIGA, você acha que ele vai acabar cobrando de quem esse imposto?

Terceiro

Depois que você consumiu o recurso, mesmo você deixando de consumir, ele não voltar para você como crédito adicional, esquece esse tal de disconsumo.

Aproveita que estamos no finalzinho desse episódio e entra lá no nosso grupo do Telegram, estamos continuando o bate papo desse episódio e de outros por lá.

Acesse http://bit.ly/papocloudtelegram

E se você está planejamento contratar serviços em nuvem ou já tem algum serviço implantado e queria revisar o seu planejamento para entender se está bem arquitetado, mande um e-mail para [email protected] que posso marcar um bate papo para te ajudar no seu projeto.

E ai?!

Tá na nuvem!

———

Apoiador(es) PicPay:

Arthur Moura

Samuel Camelo

E para o nosso último recado, se quiser participar do nosso grupo no Telegram, acesse http://bit.ly/papocloudtelegram
Veja outros podcast em https://www.papo.cloud/podcasts

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