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Papo Oracle Cloud 1 – Open Cloud Assim fala o idioma da inovação

Vinícius Perrott 7 de fevereiro de 2021 4628 17 3


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Olá, tudo bem?

Seja bem-vindo à minissérie Papo Oracle Cloud, idealizado e produzida por Papo Cloud junto com o time da Oracle Brasil.

Eu sou Vinicius Perrott e, nessa minissérie de quatro episódios, temos o tema central estratégias de negócios para adoção de solução em nuvem, independente do tamanho da sua empresa.

Mas antes de começarmos o nosso bate-papo, tenho um recado para você.

No site papo.cloud, você pode acessar a transcrição completa da nossa entrevista.

Acesse agora mesmo e confira dois materiais que o time da Oracle Cloud preparou para você.

O primeiro é um infográfico, Tudo o que você precisa saber para migrar para a Oracle Cloud.

O segundo material é um passo a passo para criar a sua conta no modo gratuito da Oracle Cloud. Com essa conta, você pode criar, experimentar e desenvolver aplicativos na Oracle Cloud gratuitamente.

Interoperabilidade, inovação aberta, multicloud, ambientes diversos com gestão centralizada e nuvem com tecnologia baseada em padrões abertos. Todos esses tópicos vêm em discussão nos últimos anos no mundo da tecnologia. Mas agora, mais do que nunca, eles se tornam fundamentais para qualquer empresa que projete um avanço e queira se beneficiar de inovação aberta, investir com liberdade, usar melhor cada ambiente, entregar melhor para o cliente e para o negócio. Essa é a regra.

Vinicius Perrott: Mestre Howard, seja bem-vindo à nossa minissérie Papo Oracle Cloud.

Tennessee Howard: Obrigado, Vinicius, obrigado pelo convite. Agradeço em nome da Oracle, agradeço em nome de um time fantástico que eu tenho oportunidade de liderar aqui na Oracle. Todo mundo empolgado de fazer parte desse primeiro podcast junto. E vamos lá.

Perrott: Vamos lá, vamos lá. Mestre, a primeira pergunta que a gente não pode errar, que é importante para contextualizar aqui para o ouvinte do podcast. Quem é Howard?

Papo Oracle Cloud 1 - Open Cloud Assim fala o idioma da inovação

Howard: Opa, Vinicius, obrigado pela pergunta, obrigado pela oportunidade de me apresentar. Eu trabalho na Oracle há treze anos, comecei no negócio da Oracle Original, que era um negócio de banco de dados há muito tempo. E, quando a Oracle lançou, há mais ou menos cinco anos a Divisão de Cloud, eu vim para cá. Então sou um dos três líderes da Divisão de Cloud aqui no Brasil. Trabalho muito forte com o mercado enterprise, quer dizer, com as grandes empresas do Brasil, com aquela fatia do mercado que representa a maior parte do nosso PIB, e aí seja na indústria de telecomunicações, na indústria de varejo, na indústria de serviços, na indústria de segurança. Então a Oracle atende, basicamente, a todos os negócios, sejam na cidade ou no campo. Então a gente está mostrando que cloud também é para todos. Se você acha que o seu negócio ainda não está habilitado para cloud, a nossa função é mostrar para você que ele pode, sim, ser habilitado rapidamente.

Perrott: Sensacional, mestre, sensacional. Uma coisa que vai nortear, obviamente, o nosso bate-papo aqui é uma coisa que a gente estava falando já nos bastidores, o tempo de maturidade do mercado em cloud, a gente já está falando de mais de dez anos, de várias empresas indo, adotando, montando as suas estratégias. Mas tem um ponto que a gente chegou que é: tem muita oferta no mercado, tem muitos caminhos a serem seguidos, mas existe um ponto que é o open cloud, que é como esse tema… o que é open cloud, o que é esse bicho de sete cabeças que a gente pode achar que é um bicho de sete cabeças?

Howard: Você falou de dez anos. Exatamente isso. Tem dez anos que a gente navega nesse mundo. E, por coincidência, há dez anos houve um manifesto onde todo mundo estava preocupado já com essa subida para a nuvem, como isso ia se portar. Várias empresas apoiaram o manifesto, a Oracle uma delas, que basicamente diz o seguinte: vá para a nuvem, sim, mas tenha a liberdade de ir para a nuvem, tenha a liberdade para voltar, tenha a liberdade para trocar de provedor, tenha a liberdade para… não quero mais e você não ficar mais dois anos, mais três anos, mais cinco anos, como era, digamos assim, o modelo de trabalho anterior de muitos provedores de serviço. Então, open cloud nada mais é do que garantir… e aí descendo um nível, é garantir que haja padrões abertos que suportem quaisquer decisões que o cliente venha a tomar. Então, se eu sou cliente, eu quero tomar qualquer decisão que eu ache que é boa para o meu negócio naquele momento, eu não posso ter travas. Então open cloud nada mais é do que facilitar inovação, mas facilitar de forma aberta, sem deixar nenhum cliente refém de nenhuma tecnologia.

Perrott: Poxa, bacana a explicação. De fato, isso… são pontos importantes. Quanto mais empresas vêm adotando soluções em cloud, ela também tem que aprimorar as suas estratégias, ela tem que conseguir ter uma estratégia mais flexível de acordo com o padrão da própria comutação em nuvem, que é a essência da computação em nuvem. Um ponto importante que você comentou é justamente as estratégias, como hoje, depois de dez anos, muitas empresas já tendo a cloud como um item de fato na sua estratégia de negócio, mas como que eu posso juntar algumas habilidades ou trazer alguns recursos, dar soluções em open cloud para poder melhorar justamente essa minha flexibilidade e potencializar mais ainda a utilização da cloud?

Howard: Aí eu vou colocar a minha opinião como profissional do mercado. A maioria das empresas já é multicloud, no sentido de que elas já estão conectadas há duas, três ou quatro cloud distintas. Então, a latência do Brasil é praticamente zero. Ela chega a ponto de trocar dados entre cloud em três, quatro, cinco milissegundos, então é muito rápido. A experiência de ter ambientes híbridos, ou seja, o pedacinho do meu negócio em uma cloud, o pedacinho do negócio na outra, um outro pedaço [on premisse] [00:05:53], e todo mundo se falar, sejam as minhas aplicações, aplicações de parceiros, aplicações de ecossistema, graças a Deus, no Brasil, a latência não é um problema. Então é muito bom para a gente poder dar essa liberdade, não esbarrar em um ponto que seria um ponto de entrave que é a velocidade da comunicação. Então a partir do momento que está todo mundo conectado, o que eu preciso garantir é que todo mundo esteja falando uma língua que todo mundo entenda. Então, brincando com o esperanto de antigamente, existem padrões, e aí falando já de padrões de containers, padrões de Ubernet, e outros diversos projetos que garantem que, uma vez que eu faça um deployment ou inicie alguma coisa em alguma nuvem, haja sempre portabilidade. O que me faz garantir, o que me faz ter a garantia que eu posso vir é ter padrões abertos que todo mundo fale. No momento em que eu dizer o deployment ou desenvolver alguma coisa em uma tecnologia que só um determinado provedor tenha, eu sofro o risco de nunca mais conseguir sair e ficar refém de aumento de políticas comerciais que podem mudar, aumento de preço ou mesmo mudança de serviços. E isso faz aquela famosa estratégia do Hotel California que você pode fazer checkout, mas você não consegue sair nunca.

Perrott: Entendi. Realmente isso que você comentou é preocupante porque, a partir do momento que as empresas começam a utilizar serviço em nuvem, mas não têm essa ciência, não têm essa consciência de que é necessário montar essas estratégias mais abertas, mais flexíveis para poder justamente potencializar a sua estrutura em cloud, mas existe um termo na nossa literatura, que está aberta também a todo tipo de material, que é o termo lock-in. O lock-in em si aparece em diversas documentações e até mesmo em alguns planejamentos estratégicos. O lock-in, em determinado momento, ajuda, atrapalha? Como eu consigo identificar se o provedor em que eu estou ou até mesmo se a estratégia, seja comercial, seja técnica, está me direcionando [normalmente] mais perto de um lock-in ou mais livre desse lock-in?

Howard: A todo momento a gente tem que se fazer essa pergunta mesmo ao fazer escolhas técnicas. A grande verdade é que um facilitador no momento de hoje pode se tornar um dificultador no momento seguinte. Então, o que eu diria? Lock-in, primeiro, é diferente de fidelização. Cliente fiel significa cliente feliz. Cliente trancado já é um cliente triste. Então, a primeira pergunta é: naquele momento você está feliz ou você está triste? Se você está feliz, fidelizado porque você conseguiu uma condição muito boa, está experimentando uma tecnologia, mas você sabe que tem um caminho de saída, ótimo, eu posso ficar um ano, dois anos, três anos e por aí vai. Mas a grande beleza da cloud para mim é essa, é você olhar para trás e ver que você tem clientes que estão há cinco anos com você, mas durante cinco anos eles sempre tiveram a opção de sair. Eles não saíram porque estavam felizes. Em outros modelos atrás, você vê clientes que estão há cinco anos trabalhando com determinado fornecedor e desde o ano um ele quis sair e nunca conseguiu, nunca pôde. Então esse cliente está triste. E o que a gente não quer, acho que o que o mundo de cloud não quer, são clientes tristes. Clientes felizes entendendo a responsabilidade das suas decisões, mas entendendo todas as variáveis. E nós… talvez a maior responsabilidade não seja dos clientes, seja dos quatro, cinco maiores fornecedores de cloud para garantir que essa interoperabilidade assim dizendo possa sempre existir. Ou seja, eu tenho que conversar com a Microsoft, com a WS, com o Google e garantir que as experiências de console sejam muito parecidas, garantir que a gente fale a mesma língua, garantir – por que não – que um cliente possa ter um gestor para todas as suas nuvens. E não precisa fazer oitenta mestrados diferentes para aprender cada uma. A experiência de aprendizado também deve ter um grau de reuso muito alto. Alguém que saiba a WS deve ficar muito pertinho de se certificar também em Google ou em Microsoft ou em Oracle porque tudo tem que ser parecido para que o cliente não encontre barreira também de aprendizado.

Perrott: Essa jornada que você falou, justamente do aprendizado, que é esse conhecimento. Realmente, para cada cloud existem as suas particularidades. É óbvio, é o que diferencia cada provedor com as suas soluções, não somente técnicas, mas também comerciais. Mas a partir do momento que você promove essa ponta e conecta esse outro ambiente, para um ambiente multicloud, para um ambiente de open cloud, isso se torna mais fácil ou mais difícil para as empresas gerenciarem esse ecossistema que está agora mais pulverizado?

Howard: A princípio pode parecer mais difícil, porque você vai pensar: “Poxa, já tivemos que certificar dez arquitetos aqui em WS. Caramba, já tivemos que aprender o que é Serverless. Putz, e agora esse negócio novo?” Mas aí vem o lado dos fornecedores. Eu tenho que mostrar para aquele cliente que 90% do que o time dele aprendeu vai ser igual, ele vai poder reutilizar, ligar console, administrar, levantar uma ABM ou alguma CPU. Essa vai ser uma experiência muito parecida. Então não vai ter nenhum bicho de sete cabeças para se estar ambientado em várias tecnologias. É como se fossem linguagens de programação muito similares. Todo mundo aqui é javascript. Mas aí tem algumas facilidades que uma linguagem pode trazer ou outra, mas, assim, o embasamento tem que ser o mesmo. Então, a lógica de administração tem que ser muito parecida. E aí você escolhe, cara. Naquele momento, existe um incentivo comercial de um determinado fornecedor. Bacana, vamos aproveitar isso. Ou eu percebi que a performance está melhor daquele lado. Bacana, vamos para lá. Ou tem mais parceiros do meu interesse naquele ecossistema. Bacana, vou ficar perto dos parceiros do meu interesse. Então que assim seja. Agora, um arquiteto certificado em AWS estudou dez horas. Ele não precisa estudar mais cem horas, vamos dizer assim. Ele não precisa estudar mais cem horas para se certificar em Oracle Cloud. Ele vai estudar mais dez horas, porque o embasamento tem que ser o mesmo.

Perrott: Então você está promovendo uma linguagem técnica mais igual entre os termos técnicos, entre esses provedores de novo e conectando e posicionando. Mas, mestre Howard, uma coisa que a gente não pode esquecer, que eu lembrei, que é o ambiente on premise. Ele existe, é físico, é real. Ele está conectado, é uma presença ativa dentro das empresas, dentro das organizações. Como é que a gente consegue se beneficiar desse ambiente open cloud, que tem toda essa estrutura moderna, conexão de ultravelocidade entre [data sense], mas também lembrando que o nosso ambiente on premise tem que estar junto. Como é que a gente consegue modernizar a nossa estrutura para juntar isso e, de fato, ter um ambiente muito mais coeso?

Howard: Você falou que o ambiente on premise existe. A grande verdade, Vinicius, é que ele não vai deixar de existir, com exceção de empresa 100% digitais, start ups que surgiram já na era da cloud total. Se você acompanhar hoje o mercado que eu atendo… digamos assim, as mil maiores empresas do Brasil, quase em sua totalidade existem operações on premises e difíceis de portar. Então a modernização que precisa acontecer na nuvem tem que acontecer de madeira híbrida que não deixe de haver comunicação com o ambiente on premise. E tudo que a gente vê agora de mais útil para oferecer ao mercado é garantir que, para o cliente, haja uma transparência, ou seja, eu consiga ter uma camada de abstração para que o negócio aconteça independente de onde os recursos estão. Então, se o recurso está on premise, maravilha, ele vai falar como se ele estivesse na nuvem ou vice-versa. Então, a tecnologia hoje, digamos assim, de modernização de ambiente on premise, te deixa com cara de nuvem. Então, hoje trabalhar em algumas situações de nuvem privada, ambientes hiperconvergentes, a sensação vai ser exatamente a mesma. E cada vez mais você quer oferecer esse tipo de transparência. Uma grande aceleração que houve nos últimos dois anos de levantar ambientes para nuvem foi quando nós, provedores de nuvem, conseguimos fazer com que as camadas de virtualização – e aí atenda o grande player de mercado, que é a VMWare – tivesse a mesma experiência na nuvem. Então o cliente hoje tem um ambiente virtualizado, onde ele basicamente copia, cola na nuvem, copia e cola para on premisse de novo, usando uma tecnologia que ele já estava expert, que era a VMWare, sem ter nenhuma diferença. Então essa capacidade de facilitar a vida, fazendo com que a experiência seja igual, isso acelera muito o movimento tanto de portar workloads para a nuvem quanto de coexistir. Ou seja, eu posso ter aquilo na nuvem porque ele vai gerar a minha experiência como se eu estivesse on premise. Aí eu posso escolher colocar na nuvem

Perrott: Interessante. Realmente, a gente não pode esquecer do nosso on premise. Ele está lá, ele existe e é fato concreto.

Howard: On premise sustentou a minha família por dez anos, então…

Perrott: Verdade. A gente… você citou as mil maiores empresas aqui no Brasil. Obviamente não são mil maiores empresas que nasceram em cloud. Muito pelo contrário, elas têm história. Com certeza, na sua lista, das mil, tem empresas com cem anos de existência, cento e cinquenta anos de existência ou até mais e são empresas que nasceram de outras… literalmente outras eras. Aliás, você falou um ponto que realmente é importante, a gente fechar a ideia aqui do open cloud, mas no conceito de interoperabilidade. Por mais que a gente tenha diversos padrões de desenvolvimento, mas o open cloud, a cloud em si, é somente para ambiente Windows, é só ambiente Linux? O que é possível rodar dentro desse ambiente? Que permita… justamente, a gente tem uma carga de trabalho operacional já dentro das nossas empresas que a gente tem que migrar, de certa forma, esse sistema operacional, esses padrões de tecnologia. É só para um padrão? Como é que funciona esse lado?

Howard: Não. Na verdade, hoje em dia, você está vendo tudo. Daqui a pouco eu sei que vão anunciar uma Minframe na nuvem, mais tecnologia…

Perrott: Será interessante, será interessante.

Howard: Mas tecnologias como até a AS 400, coisas antigas, já estão portadas para nuvem. É claro que o grosso da nuvem é Linux e Windows, o grosso dos sistemas operacionais. Todos os provedores de nuvem têm camadas de virtualização muito parecidas, hoje em dia com mais uma camada que é aproveitar VMWare para aquilo que eu comentei há pouco tempo. Mas trazer ambientes para nuvem… você pode seguir duas estratégias. Uma estratégia de portar o que você já tem, ou seja, colocar isso embaixo de uma camada de abstração que vai se comunicar com o seu legado, com o seu antigo, e a nuvem vai chegar [naquilo] como se fosse uma coisa completamente moderna, porque tem essa camada. Ou, aí sim, virtualizar para sistemas mais modernos. Aí você pode ter que reconstruir aplicações. Então tem duas coisas que normalmente acontecem. Uma empresa pode tomar a decisão de construir tudo novo na nuvem, então a partir de agora tudo o que é novo é cloud native, como chamamos, novas aplicações. E todo legado é portado, aí, sim, para uma camada de virtualização embaixo. Então é como se eu copiasse, colasse, jogasse uma virtualização em cima e tudo o que é novo não vai precisar isso, já vai nascer em um modelo conteinerizado, orquestrado e por aí vai.

Perrott: Bem pontuado, de fato. Mestre, já estamos chegando aqui no nosso finalzinho do nosso episódio, mas é importante que você tente fazer um resumo para o nosso ouvinte que é… cite aí, pelo menos, três benefícios do open cloud, seja para equipe que vai montar a estratégia, seja parte gerencial de negócio ou equipe técnica.

Howard: Posso fazer uma brincadeira com a Revolução Francesa, Vinicius?

Perrott: Vamos lá.

Howard: Revolução Francesa falava de três ideias. Eram Liberté, Egalité, Fraternité. E open cloud tem três ideias muito parecidos para mim que são também o Liberté, a liberdade, o Portabilité, que é a portabilidade, e o Agilité, que é essa agilidade de poder fazer as coisas rápidas, colocá-las no ar e, em dias, tomar decisões importantes. Então, brincando aí, Liberté, Portabilité, Agilité. Os três ideais do open cloud.

Perrott: Puxa, que legal. Agora sim o negócio ficou maneiro, ficou muito massa. Interessantíssimo e faz todo o sentido. Mas antes da gente finalizar tem uma coisa que eu sempre pergunto aos meus entrevistados que não buscam nem o certo nem o errado, é uma visão de mundo. Você já explicou muito aqui, mas é uma visão de mundo. Mas, para o mestre Howard, o que é computação em nuvem?

Howard: Eu vou tentar colocar em uma palavra só. Simplicidade. Se você busca computação em nuvem e você encara com complexidade, opa, busque outra estratégia. Computação em nuvem tem que ser simples.

Perrott: Muito obrigado. Realmente está bem sintetizado. E, para o ouvinte aqui da nossa minissérie, tem um material super legal que vai embasar mais ainda a você desenvolver a sua estratégia de computação em nuvem que é o material da própria Oracle que ela desenvolveu, superinteressante, que é Tudo o que você precisa saber para migrar para a Cloud da Oracle. Interessante. Vai estar no link e a transcrição desse episódio vai constar no nosso site também, com todo o roteiro, todo link e material extra. Mestre Howard, foi um prazer tê-lo aqui na nossa Minissérie Papo Oracle Cloud.

Howard: Obrigado, Vinicius. Te agradeço muito em nome da Oracle, em nome do time de cloud. Obrigado por essa chance de estar aqui dividindo com você e com os ouvintes um pouco do nosso trabalho.

Perrott: Show de bola. Maravilha. O que achou do nosso bate-papo? Convido você a comentar lá no nosso grupo do Telegram: bit.ly/papocloudtelegram.

E ai?!

Tá na nuvem!

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