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Estratégia de Backup para os dados do seu negócio

Vinícius Perrott 29 de setembro de 2021 4815 18 3


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Olá, seja bem-vindo à série Papo HostDime Labs. Essa é uma iniciativa da HostDime Brasil.

Nosso objetivo é bater um papo com os especialistas das mais diversas áreas.

A cada episódio, um especialista responde as principais dúvidas do universo dos datacenters.

Nesse episódio, conto com a participação do Ítallo Ramon, Gerente de Suporte.

Vinicius Perrott, seja bem-vindo aqui à nossa minissérie.

Ítallo Ramon: Obrigado. Satisfação em estar aqui, pessoal.

Perrott: Ítalo, vamos falar sobre backup. Fale um pouquinho para a gente da estratégia de backup. Primeiro, o que é, de fato, efetivamente, bum backup bem realizado?

Ítallo: Backup bem realizado, isso vai depender muito de diversos fatores e também, novamente, depende da necessidade do parceiro, do cliente. Se aquele backup é crítico, então se deve ter uma solução de backup robusta, crítica também. Se aquele backup é só o ter por ter, vamos dizer, então algo simples, entre aspas, pode acabar suprindo a necessidade dele.

Perrott: Uma coisa que as empresas levam em consideração quando estão desenvolvendo a sua estratégia de backup é o volume de dados. Às vezes, a empresa tem 100GB, ok, é um backup não tão considerável, um volume não tão grande, mas existem empresas com estruturas enormes, de teras e até mesmo petas de dados para ser backpeado. Para uma estrutura muito grande, como é que eu consigo fazer uma combinação que esse meu backup muito grande consiga ser feito ainda dentro de um horário que não impacte o meu horário comercial da empresa?

Ítallo: Pode contar com uma solução que a gente chama de cloud[storage], por exemplo. Resumidamente, é um conjunto de recursos computacionais voltados exclusivamente para backups, vamos dizer. Pode ser utilizado também para ambientes de produção, mas funciona muito bem para backups, onde ele não vai impactar tanto assim no ambiente de produção em horário comercial, por exemplo. Aí isso, claro, é uma solução mais robusta que precisa de determinada… certa estratégia de desenho, implementação onde o objetivo é justamente não impactar a produção enquanto está sendo executada aquela rotina de backup. Mas é totalmente possível com esse tipo de solução.

Perrott: Disaster Recovery. Ele é cofundido às vezes como backup, porque entende-se que é uma réplica também. Mas backup é uma estrutura, é uma tecnologia e disaster recovery é outra. Explique para gente essa diferença.

Ítallo: Bom, a principal diferença é que o backup é algo mais passivo, vamos dizer. Ele está lá quando você, porventura, precisar ir até ele e buscar o que você precisa. Um disaster recovery, não. Disaster recovery é algo mais ativo, pró-ativo, vamos dizer. Se você precisar, ele vai estar em comunicação direta com o seu ambiente de produção. Deu algum problema, ele vai lá e já assume a bronca. E, dentro do próprio disaster recovery, existem diversos níveis de criticidade que isso vai depender justamente da necessidade da empresa, do parceiro e por aí vai. Tem empresas, por exemplo, que não podem em hipótese alguma ficar com o ambiente de produção ou até a execução de uma rotina de backup parada, por mínimo que seja o tempo, seja um minuto, dois. Ela não pode. Então podemos e a gente consegue desenhar uma solução de disaster recovery, por exemplo, onde ele esteja totalmente sincronizado com os ambientes de produção. E, em qualquer caso de problema, ele praticamente não deixa de executar aquela tarefa.

Perrott: Então eu posso entender e fazer uma composição entre estratégia de continuidade do meu negócio. Um pouco de backup, um pouco de disaster recovery?

Ítallo: Totalmente possível, válido.

Perrott: E eu posso fazer essa estratégia de disaster recovery para o backup, se for o caso?

Ítalo: Também possível, totalmente possível. E também existem diversos níveis de complexidade, robustez nisso daí também. Um exemplo prático: comumente, temos servidores com um disco principal, onde geralmente estão ali o sistema operacional, ambiente de produção, aplicações e por aí vai. E um disco secundário, backup. Um exemplo de problemática nesse cenário: se der algum problema nesse disco de backup, você não vai conseguir reaver os dados que estão ali alocados. “Mas é extremamente crítico eu ter isso daqui. Por mais que eu não precise, se em algum momento eu precisar e tudo mais e dar problema no disco?” Então, outra solução, por exemplo, é criar uma estrutura redundante de discos voltada só para backup onde ele esteja ali e possa aguentar falhas. E por aí vai. Isso daí ai aumentando. Se você, por exemplo, for a sua necessidade, no lugar de sua solução de backup estar no mesmo datacenter do que o seu servidor de produção, você pode pegar, colocar esse servidor de backup, essa estrutura de backup em outro servidor, em outro datacenter, pode replicar isso dai para que fique disponível em dois, três datacenters e por aí vai.

Perrott: Nesse episódio, contamos com a participação do Ítalo Ramon, gerente de suporte.

Ítallo: Muito obrigado. Satisfação, pessoal, e até a próxima.

Você que nos acompanha tem alguma pergunta ou comentário?

Mande aqui para a gente pelo link hostdime.com.br/papocloud.

E outro conteúdo que complementa o nosso bate-papo é o Guia Definitivo para Otimizar Segurança de Dados da Sua Empresa com Cloud Computing.

O link está na descrição desse episódio e no seu agregador de podcast favorito ou lá no site do Papo Cloud.

Aqui a sua jornada será um sucesso!

Até o próximo episódio do Papo HostDime Labs.

E aí?
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