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Mito ou verdade: Ao Migrar para um data center, vou perder aceso e controle às informações?

Vinícius Perrott 6 de outubro de 2021 4829 18 3


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Olá, seja bem-vindo à série Papo HostDime Labs. Essa é uma iniciativa da HostDime Brasil.

Nosso objetivo é bater um papo com os especialistas das mais diversas áreas.

A cada episódio, um especialista responde as principais dúvidas do universo dos datacenters.

Nesse episódio, conto com a participação do Luiz Cláudio Júnior, Executivo de Negócios.

Luiz Cláudio: Muito obrigado, Vinicius, é um prazer estar aqui novamente.

Vinicius Perrott: Luiz, vamos falar de um ponto importante: mito ou verdade. Alguns clientes acham, e a gente vê isso tanto na área técnica quanto no time de negócios, que ao migrar meu dado que está na minha empresa localmente, para um datacenter de terceiro, eu vou perder o acesso e o controle total daquela informação. Não somente nesse acesso, mas numa possível migração, uma possível retirada ou, como a gente chama, do egresso, voltar aquele dado para o meu ambiente. Isso é mito ou verdade?

Luiz: 100% mito. A HostDime, em condição de datacenter, é apenas uma operadora de dados – o cliente sempre será o controlador. Então existem fatores comerciais, no ato em que se fecha a venda, por exemplo, que é totalmente personalizado: o cliente quer que a gente faça o gerenciamento ou ele mesmo só aluga a infra e ele que gerencia. Então é sempre importante o cliente ver, ficar mais atento à nível contratual, mas essa questão de ele nunca mais poder ter os dados é totalmente mito, até porque eu não tenho esse direito como operador. Ele sempre vai ser o controlador e eu vou ser sempre o operador, embora eu tenha que ter o cuidado com os dados dele, mas ele precisa ter muito mais cuidado ainda para poder ter o controle desses dados. Então essa questão de migração, ele não ter os dados de volta, ou não acessar, é mito.

Perrott: Nesse caso, quando ocorre uma migração do meu datacenter local para um datacenter mais estruturado, eu sigo alguns padrões locais, seja por máquina virtual que está em um fabricante A ou um fabricante B. Quando eu migro essa máquina virtual, eu migro em um padrão. Vocês hospedam essa máquina em um determinado padrão? Quais são os padrões que vocês trabalham aqui dentro da HostDime que me permita essa volta ou essa possibilidade de volta?

Luiz: Ótima pergunta, Vinicius. E eu queria até reforçar um jargão que a gente falava muito antigamente. Antigamente, não, uns dois atrás, que a HostDime é considerada a nuvem das nuvens. Então a gente não tem essa padronização à nível de determinar o que o cliente vai fazer ou não. Nós, obviamente, temos cuidados, temos diretrizes, mas nós somos totalmente flexíveis, então eu recebo qualquer tipo de demanda aqui. Eu não posso tirar uma forma que o cliente está acostumado, obviamente, sem… que não, assim, comprometa a segurança, a performance, mas a forma com que ele está acostumado. Ah, ele utiliza um… vou ser muito técnico agora. Ele utiliza um virtualizador do Windows, o [inint] [00:03:00], mas a gente só pode entregar com [inint] [00:03:04]. Não, ele pode vir da forma que ele está exatamente na infralocal dele. Então não tem esse impedimento. A gente não trabalha dessa forma porque a gente prefere deixar o cliente muito mais à vontade. Esse é o nosso intuito.

Perrott: Então, a partir do momento que você oferece essa possibilidade de receber os dados como estão hoje, hospedar dentro de uma estrutura virtualizada como você citou como exemplo, dá mais liberdade até mesmo para uma migração mais acelerada? Visto que eu não tenho que adaptar nada, mudar de padrão para vir para a HostDime?

Luiz: Justamente. Existem algumas coisas que nós precisamos ver, são pequenos detalhes no ato da migração, mas isso justamente faz com que a gente tenha uma adaptação muito mais fácil quando ele chega na nuvem. Aí depois que tudo está por aqui, a gente faz uma validação com o cliente, faz as validações finais. A gente sempre acompanha, não existe essa questão da gente receber os dados, entrega o acesso para o cliente e ele faz toda a validação. Nós trabalhamos em conjunto. Essa é uma forma da gente ter um relacionamento mais estrito com o cliente e, obviamente, ele vindo da forma que ele está faz com que realmente o sistema, o ambiente dele tenha uma adaptação muito maior na nuvem, já estando pronto, faltando só pequenos ajustes.

Perrott: Uma vez que eu migrei os meus dados e, obviamente, houve essa revalidação, desse re-check no ambiente, obviamente a evolução do cliente e as tecnologias evoluíram? Eu posso sair de uma versão um para ir para uma versão dois independente da marca e do fabricante. Essa evolução é natural. Ele também iria repetir se estivesse no ambiente on premise. Vocês acabam sinalizando para o seu cliente que você veio de uma versão um e depois de x anos de relacionamento aqui, agora a gente está usando a versão dez, avisando o time técnico que está havendo uma evolução tecnológica do ambiente. Isso também passa mais transparência para o cliente de vocês?

Luiz: Sem dúvida, até porque essa questão de evolução tecnológica mais focada na parte de hardware, na parte de servidores, afeta em determinados momentos, dependendo da aplicação do cliente. E, sem dúvida, a gente tem esse acompanhamento, tem essa transparência em informar qualquer tipo de atualização. Nós temos um time de consultoria que está sempre recomendando, orientando: “Olha, isso aqui é melhor para você”. Aquilo que a gente pode ver, óbvio, de forma externa, a gente sempre está recomendando. É uma política nossa, está no nosso DNA ser pessoas totalmente desenvolvidas com tecnologia. Então a gente sempre quer realmente estar recomendando o melhor, seja uma coisa mínima, mas que pode fazer uma diferença muito grande no futuro. Então, obviamente, isso é muito transparente para o cliente, até em questões contratuais.

Perrott: O detalhe faz a diferença?

Luiz: Totalmente, faz a diferença.

Perrott: Nesse episódio, contamos com a participação do Luiz Cláudio Júnior, executivo de negócios. Luiz, muito obrigado pela sua participação e até a próxima oportunidade.

Luiz: Muito obrigado, Vinicius, até a próxima.

Você que nos acompanha tem alguma pergunta ou comentário?

Mande aqui para a gente pelo link hostdime.com.br/papocloud.

E outro conteúdo que complementa o nosso bate-papo é o Guia Definitivo para Otimizar Segurança de Dados da Sua Empresa com Cloud Computing.

O link está na descrição desse episódio e no seu agregador de podcast favorito ou lá no site do Papo Cloud.

Aqui a sua jornada será um sucesso!

Até o próximo episódio do Papo HostDime Labs.

E aí?
Tá Na Nuvem?

Convido você a comentar lá no nosso grupo do Telegram: bit.ly/papocloudtelegram.

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