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Papo Oracle Cloud T2 03 – Iniciando a jornada para a nuvem: onde, como aprender e praticar

Vinícius Perrott 8 de novembro de 2021 4790 18 3


Background
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Olá, tudo bem?

Seja bem-vindo a segunda temporada do Papo Oracle Cloud.

Esse conteúdo foi produzido em conjunto com o time da Oracle Brasil.

Nessa temporada, discutiremos em 6 episódios temas que impactam diretamente na sua estratégia de adoção de soluções em nuvem. Sabemos que toda e qualquer jornada tem um início.

Por isso, é importante saber por onde, e desenvolver as melhores práticas em Cloud.

Compreender como e porque a alta disponibilidade e a recuperação de desastre, vai muito além de um simples backup.

Segurança, um tema tão importante, não poderia ficar de fora. Aqui vamos entender como maximizar cada recurso, e ter um ambiente seguro para o ambiente para os negócios.

Otimizar a arquitetura de soluções por meio da multicloud, é o próximo passo. Entenderemos como a Oracle Cloud, e a Microsoft Azure desenvolvem e entregam essas soluções em conjunto para os seus clientes.

Além disso tudo, lições aprendidas com quem já viveu, e vive toda essa jornada.

São bate-papos superdescontraídos, leves, e com muita informação.

Te convido a visitar o site do Papo Cloud, para conferir a transcrição completa de cada episódio, além de um conteúdo sobre transformação digital, e como ativar o seu modo gratuito da Oracle Cloud.

Todos os links, você vai encontrar na descrição desse episódio, no seu agregador de Podcast favorito.

Eu sou Vinícius Perrott, e seja muito bem-vindo a segunda temporada do Papo Oracle Cloud.

Papo Oracle Cloud T2 03 - Iniciando a jornada para a nuvem: onde, como aprender e praticar - Marco Righetti

Nesse episódio da segunda temporada aqui do Papo Oracle Cloud, eu tenho a presença da Marco Righetti – Cloud Solution Senior Director. Righetti, seja bem-vindo a nossa minissérie..

Marco Righetti: Obrigado aí. O meu nome é Marco Righetti. Eu já tenho 13 anos de Oracle. De mercado, eu devo ter aí quase 30. A minha relação com a computação vem da adolescência. Eu sou da época que programava em Z80. O pessoal mais antigo vai saber o que eu estou falando. O meu background sempre foi desenvolvimento. Eu sempre desenvolvi sistemas. Eu passei a desenvolver sistemas de especialistas, impressão e ótica. Eu já trabalhei com transações bancárias de alto processamento. A minha formação é em Processamento de Dados na PUC/Rio. Dentro da Oracle eu tenho uma liderança na América Latina, que é basicamente tocar o que a gente chama de excelência em arquitetura e engenharia em cloud. E toco as tecnologias emergentes. Então esses sistemas, eles estão muito relacionados com o desenvolvimento moderno, dado que a gente tem aí aplicabilidades de tecnologias como blockchain, como machine learning, sempre demandando tecnologias que vão demandar sempre desenvolvimento moderno. Dentro da Oracle, eu também tenho esse background em questões de integrações de sistemas, que é um tema que sempre aparece. Enfim, estou aí para contribuir nesse PodCast com informações sobre esse tema que, com certeza, interessa a todos.

Perrott: Sem dúvida. Ainda mais mostrando aqui o perfil de cada um, pelo seu background de histórico de desenvolvimento. E até mesmo para já começar a trazer o tema central aqui do nosso PodCast, o que é esse tal danado desenvolvimento moderno em cloud?  Você percebe que o mercado mudou? E mudou para melhor, mestre, nesse sentido de que está mais ágil? Na sua vivência, no que você já acompanhou de evolução na área de desenvolvimento? Esse método hoje, mais moderno, de fato é mais moderno?

Righetti: Sim. Eu sempre digo que a tecnologia, ao longo do tempo, ela se reinventa, por conta de demandas que o mercado traz. Então, por que surgiu cloud native? Por que o desenvolvimento moderno hoje é considerado? Você tem que utilizar o seu framework só em baixa programação preferida para ter produtividade. Porque a demanda é a agilidade. Transformação digital, que é a agenda que a maioria das empresas estão hoje. Se a gente olhar até o cenário provocado pela pandemia, que acelera esse tipo de aplicação cada vez mais digital. Ou seja, o processo não ser mais um processo baseado em sistemas ligados ou então, não tem nenhuma automação. E você, do dia para a noite, ter que transformar isso tudo em uma coisa 100% digital, significa que a forma como você desenvolve essas aplicações, elas demandam o que vem preconizado em desenvolvimento com cloud native. Existe um instituto que regula – não é bem que regula – uma organização independente chamada Cloud Native Computing Foundation. Ela é uma organização regida pela Linux Foundation. Que define padrões, práticas, disseminam o conhecimento em cima de cloud native. Quem tiver curiosidade, escutando o PodCast, cncf.org, que é onde tem a referência. Aliás, a Oracle é uma das grandes sponsors da CNCF. Por que isso? Porque ali você vai encontrar elementos que preconizam exatamente o desenvolvimento ágil, o padrão para você garantir que aquela arquitetura, aquela engenharia seja reutilizável em qualquer contexto. Isso tudo é melhoria. Se você olhar a 30 anos… não precisa ser tanto tempo assim não. Vamos olhar uns 20 anos, quando eu realmente comecei a trabalhar em sistemas especializados. Era tudo muito proprietário. A documentação era muito do fabricante. Você tinha que aprender. Mudar de fabricante era uma coisa muito difícil. Com cloud native a coisa é bem diferente. Você tem essa independência do que você está optando. A linguagem de programação, às vezes, era uma religião.

Perrott: Sim.

Righetti: Eu defini que era uma linguagem e acabou. Não vou usar outra. Era até difícil isso. Hoje se você for em qualquer empresa digital que usa essa ideia de cloud native, ali você tem programadores distintos. A gente sabe que também isso é um desafio: de você buscar profissionais da indústria. Você tem que se adaptar com o que tem ali no mercado. Então, tudo ali é benefício. Benefício pela agilidade. Benefício pela pluralidade em linguagem de programação, para você ter mais profissionais à disposição. Soluções mais rápidas. Basicamente é isso. Então, a gente vê no mercado esse movimento, de uma forma muito positiva.

Perrott: Agora, o que a gente está falando, desse acoplamento de soluções ou desacoplamento em alguns cenários. Existem duas tecnologias que estão aqui muito chancelando o que de fato veio a computação em nuvem para ser. Uma delas é o próprio blockchain. E obviamente, a outra é a inteligência artificial. A inteligência artificial, de certa forma, não é tão moderna. Mas ganhou um catalisador. Ela foi catalisada na computação em nuvem. Ela ganhou uma força muito grande e já está sendo utilizada. Essas duas tecnologias muito bem utilizadas em vários segmentos de negócios. Mas como eu consigo associar esse método de desenvolvimento moderno a essas duas tecnologias? Faz sentido eu acoplar essas duas? Quem pode me ajudar a responder essas aqui?

Righetti: Vamos tentar trazer aqui um contexto bem interessante. Outro dia eu estava assistindo uma palestra do MIT sobre blockchain. Lá, uma das afirmações era: blockchain é a próxima plataforma de integração. O que significa isso? Eu não vou falar de blockchain aqui. Talvez a gente possa até fazer um PodCast só para isso. Mas se a gente olhar do ponto de vista de desenvolvimento de aplicações, o mundo interconectado, aonde eu tenho que transparecer a forma como eu transaciono entre as empresas. É crítico isso. Hoje você tem várias aplicações que eu tenho que… logística. Aplicação de logística, ela precisa… a logística hoje não se limita à operação, você transportar um produto que você produziu. Você tem que saber se você tem insumos. Se realmente a cadeia de fornecedores que você contratou vai ter condições de entregar ou não. E até questões de sustentabilidade. Se aquilo foi produzido segundo regras éticas de sustentabilidade. Então nesse cenário, a integração entre as empresas, as organizações ficam muito maior. Desde pagamentos eletrônicos, estamos falando de criptomoeda. Então a gente está falando de coisas assim; que já não é tão futuro. É uma realidade. E o profissional que lida com desenvolvimento das aplicações, ele tem que ter uma orientação para isso. Então, não basta você ter a tecnologia à disposição. Você vai ter vários frameworks, várias formas de desenvolver. Mas tem que entender como é a engenharia disso. Como é que essa arquitetura se adéqua. Você colocou: tem um acoplamento. Como é que ela aterrissa no desenvolvimento cloud native, para, no final do dia, você entregar um produto leve, um software leve, um sistema leve, que todos entendam aquilo. Que seja inter operável. Eu trouxe o exemplo do blockchain aqui para a gente ter uma ideia de como o profissional que desenvolve com cloud native, ele não tem que se atentar só a frameworks, a linguagem de programação. Ele tem que atentar como aquela ferramenta vai se adequar àquele caso de uso que está sendo exposto aqui.

Perrott: Legal. Bacana. Então, no caso de uso, ele acaba direcionando e criando um norte, focado na ferramenta e nas suas funcionalidades. E o framework complementa o processo, a esteira como um todo.

Righetti: Eu sempre digo: quando você pensar em modernização de arquitetura, é um exercício constante de escolhas e renúncias. A gente fala tradeoff em inglês. A gente tem que pensar: o que eu vou ganhar? O que eu vou renunciar? O que eu vou perder daquilo? Obviamente, pegar um sistema que tem 20 anos de idade, 30 anos. E é processo crítico da empresa. E você tomar uma decisão tecnológica: agora eu vou ser cloud native. Eu vou desmontar esse sistema todo e vou botar em cloud native. Significa o quê? Colocar em micro serviço? Colocar em nuvem pública? São decisões que têm que ser tomadas. Depende. O que a gente a gente está colocando aqui passa mais do que você fazer uma decisão tecnológica por paixão. Passa por uma decisão de negócios. Mais uma vez: caso de uso. Um benefício competitivo que você vai ter, de agilidade naquilo para você poder se adaptar. Toda a empresa que quer digitalizar tem um sonho grande, legítimo, de ser uma empresa que já nasceu digital. Pensar em ser uma empresa de streaming. Agora empresa de streaming tem várias. Mas ser uma empresa de streaming. Ela já nasceu digital.

Perrott: Sim.

Righetti: Ela já nasceu nesse mundo. Ela já entrega conteúdo, personaliza o usuário. Entrega multi-device. Pode ver no Tablet, pode ver na Smart TV, pode ver em vários cantos. É diferente de um sistema de conta corrente, que foi criado há 40 anos. Ou um sistema de pagamento de contas, uma telecompra, que tem 30 anos. Então, a dinâmica disso é bem diferente. E mais uma vez: é um exercício de tradeoff. Você tem que analisar o que é feito. O mundo é híbrido. Você vai fazer uma mescla entre esse desenvolvimento, que está muito amarrado no legado; e os pedaços, as partes que têm que ser digitalizadas. Aí sim fazer uma análise e saber se aquilo vira um micro serviço. Nasce como um micro serviço e se integra. Então eu gosto muito dessa abordagem. Não é só a preferência do Righetti. É a abordagem que a gente vê que é a mais factível nas empresas atualmente.

Perrott: Tem até um cenário que você falou Righetti, que comprova que, às vezes, para o usuário comum, para o dia a dia, não está tão antenado, de comprovar, que o mundo é híbrido. Tem um cenário que é um caso de uso. Aproveitando o termo aqui do nosso episódio. Todo mundo que tem um smartphone, provavelmente tem um aplicativo de streaming de sua preferência. E do lado desse aplicativo de streaming também tem um aplicativo de um banco. Alguns de fintechs, que de fato já nasceram em nuvem. E outros, de um aplicativo de um banco que traz essa história que você comentou: de 30 anos, de 40 anos. Como que a gente consegue comprovar que é híbrido? Porque o aplicativo do banco – vou usar um termo mais técnico – dá um commit lá em algum canto de um mainframe em algumas dessas instituições que ainda possuem mainframe. Já do streaming não. Não tem esse conceito. Já vai direto. 100% em nuvem. Então, o que eu consigo montar esse cenário, esse caso de uso com a fala de vocês, é isso: que hoje a gente consegue comprovar por A+B, que temos esse conceito de mundo híbrido, por conta dessas aplicações. Dessa capacidade de evoluir e conectar o passado com o futuro e com o presente. Essa minha leitura está no caminho? Está certa?

Righetti: É essa leitura mesmo.

Righetti: Sabe a parte interessante dessa história toda? Quando houve esse movimento de cloud, era a busca ilimitada de recursos computacionais. A verdade é essa. Quando a gente olhar o Oracle Cloud Infrastructure que é a nossa oferta de nuvem. Você pode colocar a sua aplicação em qualquer lugar do mundo. Você pode usar os nossos data centers, que já passou da casa de dois dígitos pelo mundo. Pode botar na Ásia.

Perrott: Sim.

Righetti: Pode botar aqui no Brasil. Pode botar lá na Europa, nos Estados Unidos. Ou seja, você não tem mais essa limitação computacional. E isso é interessante. Porque são aplicações que correspondem a essas expectativas da escala. Antigamente em tecnologia, parece que é século passado. É um pouco, porque as aplicações foram desenvolvidas nos anos 90.

Perrott: Sim.

Righetti: Tinha definições: as posições de atendimento, no máximo vão ser… vamos pegar uma operadora grande aqui: 10 mil posições de atendimento, que trabalha em turnos. E é aquilo. Acabou. E aí você traduz para um mundo que trabalha em rede social. De repente, uma campanha lançada. E a requisição não comporta mais 10 mil posições. Deveria comportar dois milhões de posições. Então você está pensando em termos de escalas que têm que ser trabalhadas. Esse mundo que você colocou – híbrido – para o leigo é exatamente isso. Às vezes, o banco, a transação que eu faço ali é pagar uma conta, fazer uma transferência, um investimento. E acabou. A forma de uso é legada. No streaming não. Eu estou olhando ali, eu quero mudar o canal. De repente, alguém solta um filme bacana. De repente, você tem três milhões de telespectadores ao mesmo tempo olhando aquele filme, àquela hora. As características são diferentes. Então o mundo é híbrido. Não tem saída muito para isso.

Perrott: Agora pessoal, eu queria que a gente pudesse entender um pouquinho em relação a essa busca por esse desenvolvimento mais já nativo, em relação à computação em nuvem. Existem alguns mitos, quando a gente começa a olhar computação em nuvem? Desenvolvimento em nuvem? Tem quem acha que é só para startups. Só para empresas supermodernas, que estão nascendo agora. Porém, a gente acabou de citar aqui agora, exemplos de telecom, bancos; que também não são empresas novinhas. Não são empresas recém-criadas. Mas que também tem seu legado. Mas o que vocês têm visto no mercado? Tanto para a área de gestão, tanto para o time técnico? Qual o perfil de empresa que tem buscado essa aproximação de entender e até mesmo já migrando seus sistemas?

Righetti: Geralmente, o perfil de empresa que a gente vê é um termo mais adequado para empresas que nativamente nasceram nesse mundo ágil. Elas têm um movimento ágil. Trabalham com squads organizados com objetivos claros de desenvolver um produto. Então você tem uma orientação ao produto. É diferente de anos atrás, que você desenvolvia requisitos de análises de sistemas. A minha formação é analista de sistemas. Olha só. Não se fala mais disso. Pensa em produto. Realmente você olha muito adequado. Realmente existe esse estigma que somente startups são usuárias desse tipo de tecnologia. Mas o que a gente vê na realidade é o híbrido. Empresas estabelecidas, quando elas querem trabalhar inovação, trabalhar squads de inovação. Querem trabalhar uma adoção de uma aplicação orientada machine learning, ou uma aplicação orientada blockchain ou tecnologias emergentes, elas vão sim demandar esse desenvolvimento nativo. Por conta da agilidade da experimentação. Por conta da colaboração. Do foco no produto. Em ter um produto ali sendo entregue de uma forma até incremental. Antes você não tinha isso. Então não tem uma receita de bolo de dizer: o perfil é esse. Na verdade, eu inverteria um pouco até a discussão. Eu tenho que olhar o perfil do produto que eu quero gerar. Esse produto é muito digital? O produto é a aplicação ou o sistema? Pode dar o nome que quiser. É o produto. O objetivo final dessa aplicação de tecnologia tem sim esse objetivo mais de agilidade, mais de colaboração. Aí sim tem que se pensar em fazer um desenvolvimento moderno nativo em cloud, nesse sentido.

Perrott: Legal.

Perrott: Legal. Pessoal, a gente está chegando no finalzinho do nosso bate-papo. Eu sei que sempre tem muito assunto para a gente tratar aqui. Mas dessa vez, agora a gente vai ter o nosso encerramento duplamente. Eu faço sempre uma pergunta aos meus convidados e às minhas convidadas, uma pergunta de caráter pessoal, para saber o que você pensa e sente sobre. A pergunta é uma pergunta bem simples. Então vamos lá. Righetti, para você, o que é computação em nuvem?

Righetti: Para mim é inovação sem limites de capacidade computacional. Quem dera quando eu comecei a minha carreira tivesse tanta computação disponível como tem hoje, tanta facilidade de desenvolvimento nas mãos, como tinha. Por que a gente vê inteligência artificial hoje, em evidência? Se você observar, os algoritmos foram criados nos anos 70, muitos deles, nos anos 70, nos anos 80. Eles só não executaram naquela época porque não existia essa disponibilidade de computação que tem hoje. Hoje você abrir uma conta na nuvem da Oracle, por exemplo, você já tem acesso a recursos de vídeos para experimentar. Então para mim é a capacidade ilimitada de inovação e imaginação do ser humano. Se fala muito em singularidade. Vamos chegar em singularidade em 2040, em 2050. Há previsões sobre isso. E um dos fatores dessa singularidade vem de cloud computing.

Perrott: Bacana. Então fica assim. Eu queria agradecer a presença do Righetti. Righetti, obrigado pela sua participação aqui no nosso episódio. E até a próxima oportunidade. 

Righetti: Obrigado pela oportunidade. E vamos lá todo mundo: desenvolvimento em nuvem.

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Até o próximo episódio do Papo Oracle Cloud!

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