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Gostei da vaga, mas gostaria de pedir mais detalhes, será que posso?

Vinícius Perrott 11 de novembro de 2021 4799 18 3


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Olá, tudo bem?

Você é profissional de Tecnologia da Informação e quer dar aquela turbinada na sua carreira e se destacar no mercado em qualquer processo seletivo?

Então, seja bem-vindo ao Shark IT PodCast, um conteúdo exclusivo desenvolvido por especialistas em recrutamento e seleção de profissionais de TI e para profissionais de TI.

A cada episódio, traremos dicas, cases de sucesso, habilidades, oportunidades e muito mais. Tudo isso para te ajudar a turbinar a sua carreira de TI e se destacar no mercado de trabalho.

Eu sou Vinicius Perrott seja bem-vindo ao Shark IT PodCast.

Vinicius Perrott: Neste episódio, eu conto com a participação da Bruna Pinton, Tech Recruiter da Shark IT. Bruna, seja muito bem-vinda à nossa minissérie.

Bruna Pinton: Muito obrigada Vinícius, é sempre um prazer estar aqui com você.

Perrott: Prazer é todo nosso aqui. Bruna, vamos falar de um tema que é importante. A tal do momento da pergunta. Você tem alguma pergunta para fazer? Geralmente, os recrutadores fazem isso aos candidatos. E aí pode acontecer de dar um branco, dar aquele friozinho na barriga. Mas, é importante que o candidato ele faça alguma pergunta complementar? Ali, ele aproveita aquele momento para tirar alguma dúvida?

Bruna: Com certeza. É muito importante, é de extrema importância que o profissional tire todas as dúvidas no primeiro contato com o RH. Porque a gente que passa para o profissional, né, para o nosso candidato, todas as informações sobre a vaga, sobre a empresa, as (inint) [00:01:37.26] que ele vai atuar, o salário, benefício. Então, para ele aceitar ou não participar do processo seletivo, para ele entender se cabe no momento profissional dele, se faz sentido para ele, é muito importante que ele tire todas essas dúvidas, para que futuramente ele não se decepcione, né?

Perrott: O que que você tem visto mais no seu processo, que o candidato ele poderia perguntar, mas poxa, esqueceu de perguntar. Ou melhor, qual aquela pergunta que não pode faltar, em um processo de seleção?

Bruna: Então Vinícius, geralmente, são as perguntas mais pessoais que eles têm vergonha de perguntar. Como salário, benefícios, o budget da vaga que a gente está trabalhando. Às vezes, eles buscam uma pretensão maior, ou menor. Mas, da mesma forma, eles querem se inserir no processo. Algum benefício específico, que eles buscam, e tem essa vergonha de perguntar. Mas, é muito importante perguntar, porque se é do interesse deles, tem que perguntar para a gente.

Perrott: Exato. Conseguiria dar algum exemplo especifico que as vezes passou batido, e o que que acontece depois? O candidato foi contratado, só que ele esqueceu lá no processo de seleção, fazer aquela perguntazinha básica, e aí ele entrou na realidade. Poxa, não era aquilo que eu imaginava. Ou no caso, não era aquilo que eu nem sequer perguntei. Tem algum exemplo para a gente?

Bruna: Tenho. Acontece muito, porque as vezes o candidato não pergunta a (inint) [00:03:01.11] que a gente passa com todos os detalhes, as (inint) [00:03:02.10] tal. Mas aí as vezes tem umazinha lá, que ele não tem tanta experiência. Aí ele é contratado, ele aceita a proposta. Aí quando ele chega lá, ele se vê tendo que atuar com essa tecnologia, que ele assim, acaba não gostando, acaba não tendo muita experiência com isso. Esse é um dos motivos também, que o candidato pede para sair da empresa, porque ele se vê atuando lá, com uma coisa que ele não gosta, e que também não foi passada para ele durante o processo seletivo.

Perrott: Legal, exemplo bacana. Então, até juntando esse exemplo se o candidato, ele fizer durante o processo de recrutamento e seleção, aquela pergunta, “olha, eu tenho conhecimento em determinadas tecnologias, com esse grau de profundidade”. A gente já até tratou aqui na nossa minissérie, sobre o hard skill, e o próprio soft skills, propriamente dito. E no hard skill, é justamente, poxa, eu tenho uma eficiência em uma tecnologia, em uma linguagem, em um fabricante, mas, eu não tenho outro. Será que seria o momento ideal para o candidato perguntar, “olha, vocês oferecem algum treinamento de capacitação, ou incentivo. E que incentivos vocês teriam?”. Seria uma pergunta legal para fazer?

Bruna: Com certeza, com toda certeza. Porque é sempre um momento de aprendizado, você entrar em uma empresa nova também, um momento para você aprender novas coisas, aprender novas tecnologias. Então, é muito importante que o candidato pergunte se ele tem interesse em aprender tal, determinada tecnologia, é muito importante que ele pergunte isso. Porque muitas empresas têm a oferecer isso, né? Então, se é um dos requisitos que a gente está buscando em um profissional, ele pode falar para a gente, “olha, não tenho tanta experiência com tal coisa. Porém, eu tenho muito interesse em aprender”. A gente pode oferecer para ele.

Perrott: Então, não deixe de perguntar. Essa é a grande regra.

Bruna: É o grande segredo.

Vinícius: Um outro exemplo aqui Bruna, rapidamente, que me veio a cabeça. Eu sou um profissional muito direcionado a um fabricante, um fabricante A. Mas, a empresa se relaciona e quer profissionais com experiência no fabricante B. Mas, são tecnologias ali aparentemente iguais. Só muda as suas particularidades de cada fabricante. Também o candidato, ele pode se colocar de uma forma, “olha, eu tenho muita experiência, sou sênior com o fabricante A, mas devida à similaridade das tecnologias, eu posso aprender e me desenvolver rapidamente. Vocês conseguem abrir esse espaço para mim?”.  Seria algo com que o candidato também pudesse aproveitar o conhecimento de uma outra área, ir para um outro fabricante, e ainda sim participar do processo seletivo. É interessante isso?

Bruna: Com certeza. Se ele tem esse interesse, se ele tem essa similaridade com outra tecnologia, que a gente consiga inserir ele no processo seletivo, que ele consiga aprender e consiga trabalhar com isso, com certeza, não teria problema nenhum. E é muito importante o candidato perguntar isso para a gente, porque acaba que a gente não descarta o candidato, por uma coisa que ele conseguiria atuar.

Perrott: Ele só faria uma transição, uma adaptação rápida. Nada que um treinamento hard skill, seria resolvido isso.

Bruna: Exatamente.

Perrott: Bruna, queria agradecer muito pelas suas dicas aqui nesse episódio, e até a próxima oportunidade.

Bruna: Eu que agradeço Vinícius. Até a próxima.

Se você gostou desse bate-papo, vai gostar mais ainda de ver todas as vagas disponíveis no site da Shark IT.

Vá lá. Acesse o site: sharkit.com.br.

Você pode encontrar uma vaga que seja para o seu perfil.

O link você encontra na descrição desse episódio no seu agregador de podcast favorito ou lá no site do Papo Cloud junto com a transcrição completa e material complementar.

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Mande aqui para a gente pelo Instagram, @sharkitconsultoria.

Até o próximo episódio.

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