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CASE Shark IT & Druid

Vinícius Perrott 30 de dezembro de 2022 4888 18 3


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Olá, seja bem-vindo à segunda temporada do SharkIt Podcast, o podcast que te ajuda a preparar e a se destacar no processo de seleção e recrutamento.

Eu sou o Vinícius Perrott e nesse episódio eu conto com a participação da Vera Ventura, diretora comercial da Shark IT, e a participação do Rafael Estima, fundador da Druid, uma empresa especializada em tecnologia, com foco em desenvolvimento, e integração de sistemas complexos, com alto desempenho. Bem, Vera, seja muito bem-vinda mais uma vez, ao nosso episódio do Shark IT Podcast.

Vera Ventura: Boa tarde Vinícius, tudo bem? Obrigada pelo convite mais uma vez, né?

Vinicius Perrott: Pois é, sempre aqui presente.

Vera Ventura: Falar da Shark, falar de parceiros, de clientes, né, de casos de sucesso, que é isso que importa.

Vinicius Perrott: Exatamente. E o nosso convidado especial aqui, Rafael. Rafa seja muito bem-vindo aqui a nossa minissérie Shark IT PodCast.

Rafael Estima: Primeiro, muito obrigado Vinícius, muito obrigado Vera, pelo convite. Vera tem sido uma parceira aí já de longa data da Druid, e aí venho com o maior prazer falar dessa parceria, todos os benefícios que trouxe aqui para a Druid. O quanto eles nos ajudaram, e nos ajudam, no momento de crescimento onde você contata parceiros que são comprometidos e entendem do nosso negócio, são especializados em no ajudar buscando profissionais que tenham aderência com a Druid, tem sido muito importante em nossa jornada aqui.

Vinicius Perrott: Opa, já deu spoiler aqui Rafa, já deu spoiler aqui do nosso episódio. Mas, muito legal a sua fala Rafa, porque é justamente mais um recado que eu passo aqui para quem está acompanhando, vendo ou nos ouvindo o nosso episódio. Parceria, contamos com a sua parceria aqui também. Você sabe que durante a nossa minissérie, a gente produz com o maior carinho, e todos os detalhes. Esse episódio não vai ficar de fora, né? Conta com a transcrição completa, e todo o roteiro, todo o material que a gente indicar aqui, e também todos os outros episódios que a gente já gravou, lá no site do Papo Cloud. O link, está na descrição desse episódio. Mas Rafa, já que você é o nosso convidado aqui de hoje, eu queria que você pudesse contar um pouquinho da sua trajetória de carreira, até formar a Druid, o que que vocês fazem aqui, conta um pouquinho para a gente, por favor.

Rafael: Tá bom Vinícius, então vamos lá contar um pouquinho, a história é longa de empresa. Eu estava comentando aqui nos bastidores, em 24 anos de mercado, eu fundei a Druid junto com outros 3 sócios, quando a gente estava na faculdade, trabalhando em uma empresa de consultoria. Então, a gente era muito novo, era aquele momento de carreira inicial ainda. E a gente tinha um sonho de construir uma empresa que fosse um pouco diferente das consultorias tradicionais, que a gente tivesse um time muito qualificado. O nome Druid vem, porque a gente queria ser reconhecido no mercado como “druídos”, que fazem mágica, que conhecem tecnologia de ponta, que fazem coisas difíceis e que são reconhecidos pelo cliente como a galera técnica boa. Chegaram os “druídos” aí, para nos ajudar. Então, desde lá de trás, foi essa missão, construir um time muito qualificado, um ambiente agradável, de aprendizado contínuo, para entregar tecnologia de ponta para os nossos clientes, de uma forma mais rápida, e mais qualidade para os nossos concorrentes. Essa foi a missão original da Druid. E a gente, ao longo desse período, começou a atender muitos clientes corporativos, com sistemas de missão crítica, importante. Clientes como Telefônica Vivo, Tim Brasil, Oi, Bradesco, enfim, temos um monte de clientes corporativos, com sistemas muito importante, com muito volume de dados, muita exigência de performance, de estar em alta disponibilidade. Então, a gente conseguiu montar esse time, conseguiu penetrar nessas empresas, com esse tipo de sistema. Em 2019, a gente fez uma mudança na nossa estratégia, e até falando um pouquinho que a gente tinha se especializado muito, tinha virado praticamente uma boutique especializada nesses sistemas complexos, e a gente sentiu a necessidade de abrir um pouco o nosso horizonte, buscar outros mercados, outras verticais. E a gente buscou uma parceria com AWS, a gente já trabalhava com Cloud desde 2014, mas, a gente trabalhava para os nossos ambientes, para as nossas entregas. A gente decidiu virar parceiro de consultoria da Bless, seguir um aminho de crescimento ali, para a gente passar a ajudar nossos clientes em toda a nossa jornada Cloud, desde o início, desde assessment, migração, passando pela modernização das aplicações, e usando as tecnologias Cloud Native da AWS. Depois, date analytcs e machine learning. E por último, fazer a operação Cloud. E durante todo esse processo, ajudando aos clientes a passarem as barreiras de uma forma mais suave. Tipo, ajudando a treinar o time deles para conhecerem a AWS, ajudando as questões de segurança, que são muito importantes. Latência, otimização de custo, enfim, buscando com que esse processo da jornada em nuvem dos nossos clientes, seja mais suave aí, que a gente esteja do lado, o tempo todo. Quando a gente vez essa parceria, a Druid começou a crescer bastante, foi uma mudança muito importante, foi em 2019. Foi um marco que a gente começou a certificar o pessoal, começou a crescer na parceria, viramos um parceiro advanced consulting partner da Bless. Somos solution provider, que a gente pode fazer resell. Temos alguns selos de SDP, chamados service delivery, que é um reconhecimento da AWS a tecnologias que a gente consegue entregar com qualidade. E estamos sempre crescendo nessa parceria. E aí veio um desafio que toda a empresa de tecnologia está passando, tenho certeza, que é conseguir recrutar pessoas qualificadas, muito especializadas, porque a gente trabalha, a gente é diferente dos parceiros tradicionais de Cloud, que normalmente bem de infraestrutura. A gente tem um background de desenvolvimento, integração. Então, construir soluções na cloud usando os recursos, então é uma mão de obra muito especializada. Muito difícil de encontrar. A gente passou a investir em dois setores, formação de um lado, e de outro lado, a gente precisava de um parceiro de recrutamento que conseguisse entender a nossa necessidade, e nos ajudasse a escalar mais rápido, porque o nosso RH não estava dando conta da quantidade de vagas que a gente tinha aqui. E aí foi quando a gente procurou a Shark IT. Na verdade, a Vera já conhecia um diretor aqui da Druid, de um outro momento da careira dele. Que ele tinha trabalhado, e conhecia a Shark, e aí nos indicou. Enfim, foi bem rápido, a gente fechou o primeiro contrato, né Vera?

Perrott: Que legal.

Vera: 2019, bem rápido, fechamos o primeiro contrato, e ali em 2019 foram vários profissionais certificados. A AWS, seniores mesmo, eu diria profissionais parrudos.

Rafael: É, são profissionais parrudos, certificado, inglês, enfim, a gente tem cliente internacional. Então assim, são vagas difíceis, e que a gente já tinha experimentado outras consultorias, que o filtro era muito ruim. Então, começava a mandar, a gente tinha mais trabalho para filtrar o que eles mandavam, do que conseguir entrevistar. E aí acho que essa foi a grande diferença da Shark, foi que eles entenderam as nossas vagas, de verdade. Então, teve muito bate-papo com a Vera, com a Laís, para entender o que que a gente precisava. E começaram a acertar logo no filtro. Então, começam a mandar pessoas que realmente traziam valor. Se não cabia para aquela vaga, já ficava ali para uma outra oportunidade. São pessoas que realmente tinham aderência ao tipo de trabalho que a gente estava buscando. Então, fluiu muito bem. Outra coisa que eu posso dizer, que nos ajuda muito. São flexíveis, as vezes é um monte de vaga, eu falo, “pô, vou deixar eles malucos lá”. E não, elas vão atrás.

Perrott: De cabelo em pé.

Rafael: De cabelo em pé. E assim, foi uma parceira que realmente nos ajudou nesse momento, continua nos ajudando até hoje. É a única empresa que a gente usa para terceirizar esse recrutamento, porque a parceria deu tão certo, que a gente parou de procurar outras. Então, a gente tem o nosso RH interno, mas, a gente utiliza eles para fazer esse recrutamento, essa busca e esse filtro, para que a gente consiga trazer. Tem um acordo bem bacana, e sempre que abre vagas, a gente manda para eles. Funciona muito bem. A gente está supersatisfeito com a parceria.

Perrott: Agora, um gancho que você me dá Rafa, é justamente essa visão bem sagaz do mercado, de analisar o mercado, e de realmente chegar em um momento de fazer uma certa mudança. Como é que você vai ampliar seu escopo de atuação, para atender mais clientes, para atender um portfólio diferente. Para agregar mais serviços para dentro da Druid. Aí eu dou a minha deixa, pego a deixa para a Vera, porque eu já conheço a Vera, tem uma bagagem profissional incrível. Mas, quando… eu vou deixar ela contar, só vou dar um pequeno spoilerzinho aqui. Mas, quando ela teve essa visão de formar, de fundar a Shark, foi justamente perceber algo no mercado que complementa muito toda essa estratégia que a gente está falando aqui, esse ecossistema. Eu tenho empresas que precisam de profissionais especializados, mas, também tenho que ter um carinho, uma atenção diferente, para recrutar, para achar esse bando de tecnólogo aqui, que meu amigo, pessoal de TI é diferente, viu? Mas Vera, conta aqui um pouquinho para a gente, como é que foi justamente essa percepção, e você fundou a Shark, criou a Shark, e está aí até hoje, ajudando o Rafa, e outras empresas também a selecionar melhor esse profissional que parece pé de cobra. É difícil achar hoje, com qualidade.

Vera: Vinícius, eu vou te contar, e aí o Rafael acho que não sabe essa história. Mas assim, a Vera ela vem ser desenvolvedora, vem lá da área de TI mesmo. Só que em um determinado momento da minha carreira, eu virei mais vendedora do que desenvolvedora, virei mais RH do que isso. E na época ainda em São Paulo, eu entrei em um grande cliente, e naquela época as empresas lotavam a caixa de e-mail dos gestores, com os currículos. As empresas de consultoria de TI, já naquela época, eu diria 20 e tantos anos atrás. Eu prometi para ele, que para cada vaga que ele abrisse, porque ele falou, “nossos gestores estão perdendo tempo, definindo, entrevistando. O queque as consultorias mandam, porque elas mandam muito, elas ficam mandando”. Eu falei, “bom, é essa a deixa de fazer diferente”. Só que eu só vim conseguir fazer essa diferença toda, na Shark. A verdade é essa. Eu passei por N empresas como comercial, eu vendia isso, mas, no fundo, esse entender o perfil que o cliente quer, aonde, qual contexto que ele vai colocar esse profissional, e você trabalhar, trabalhar, trabalhar, e mandar um, dois, no máximo três, é o que a gente consegue hoje com a Shark. Por isso, essa satisfação da Druid, do Rafael, porque a gente fica em cima disso. Eu falo, se o cliente falou tudo que ele queria no perfil, seja ele qual for, você entendeu o contexto da empresa, você mandou um, mandou dois, mandou três, e ele não entrevistou, defina de novo, algo pode ter mudado. Ou nó não entendemos, ou o cliente mudou alguma coisa, ou o cliente desse meu cliente mudou alguma coisa. Assim, volta, é mais fácil fazer um novo meet, uma nova reunião, refinar e mandar os três certeiros, que é para ele entrevistar e escolher. E teve casos na Druid, com um outro diretor ainda, que a vaga era uma, mas entrevistou três, gostou de dois. Já abria mais vagas. É aquilo que você falou, ele talvez não precisou para essa, mas acho que esse cara já serve para outra também. Então, esse é o nosso diferencial, é onde a gente fica na qualidade, para entregar a pessoa certa, para o lugar certo, não é tão fácil. Tem um trabalho de bastidor, e tem um trabalho as vezes de revisar. E também os primeiros, né Rafael? Acho que também o cliente, e aí pode ser o cliente um gestor. Gosto muito de parceria com RH. Hoje a Druid tem RH, RH dele entrar direto com a gente. Aliás, já tem plataforma, com [slack], com tudo com a gente. Quer dizer, que agrega, que agiliza também, né? Então, gosto muito também quando entra o RH, porque entrou o RH, a consultoria já… não, a gente vai junto, caminha junto com o RH, e com os gestores do cliente, da Druid, por exemplo. É uma parceria que só tem que dar certo.

Perrott: Sensacional. E aí Rafa, o que vai ser dessa história aí? Conhecia esse lado?

Vera: E quando assim, e quando, por acaso, aquilo que eu percebo. Mandou, já está no quarto currículo, quinto currículo, eu estou acompanhando meu cliente, eu sou a comercial, eu sou a diretora comercial, opa, alto lá, eu vou tentar entender com o RH e o cliente, o que que está acontecendo. Ou abriu mais vaga, ou tem algo errado no meio do caminho.

Perrott: Isso que é legal, porque deixa muito personalizado o atendimento, e entender realmente a necessidade no caso do Rafa, porque as vezes o Rafa, ele está participando de um projeto, e ele está ali tentando encontrar um perfil mais específico, não somente com as habilidades, que a gente fala muito na nossa minissérie. Até fazendo um pequeno [jabá] para quem está acompanhando. A nossa minissérie já falou sobre hardskill e softskills. A vezes o profissional tem todas as cerificações que o Rafa precisa. Está lá, o faixa preta das certificações em AWS por exemplo. Mas, ele falta uma habilidade ali de comunicação, ele não é uma pessoa que gosta de trabalhar muito em equipe. E o projeto requer esse tipo de trabalho, a posição de liderança. Então, acho que essa visão que a Vera traz, de trazer esse atendimento bem personalizado, é quase um alfaiate, literalmente sob medida.

Vera: É, costura sob medida.

Perrott: Ocupa menos tempo de vocês, e vocês acabam saindo do outro lado, podendo focar no projeto, o time to maket, que acho tudo muito importante. É conseguir inserir alguém profissional do mercado para dentro da cultura da empresa, da Druid, e dali começar já a processar. Faz sentido Rafa, essa minha linha de raciocínio, de ter alguém mais pronto, e sentar e começar a produzir cara, é isso?

Rafael: Faz, e faz sentido, eu ia falar também. Elas, a parceria quando vai se alongando, ela também cria que o pessoal da Shark começa a conhecer a nossa cultura. Então, eles começam a filtrar melhor ainda. Então, já sabem quais são os que funcionam, quais são os que não funcionam. Eu acho que quanto mais a relação vai se desenvolvendo, e a gente já tem uma relação desde 2019, a gente consegue ver a evolução, porque ela tem primeiro o desafio de entender a vaga, o perfil. Depois, a nossa cultura. E aos poucos, os que deram certo, e os que não deram certo. Então, eu imagino que elas façam o dever de casa lá, porque a gente vê a evolução, de esse perfil aqui a gente já botou dois, que depois ficaram pouco tempo na Druid. Esses aqui, ficaram muito tempo. Então, conseguem entender como a Druid funciona, e trazer o pessoal que tem o perfil não só técnico, mas cultural, de dar um [feat] bacana. Então, acho que isso é uma coisa importante das relações duradouras, né, que você vai se conhecendo, e vai trazendo benefício mutuo para todo mundo. Elas devem também já passar, não procurar tantos, porque já fecham o funil delas.

Vera: A procurar tanto.

Rafael: Não, assim, você deve filtrar um pouquinho mais em aonde você vai buscar, em qual perfil exato ali, não só técnico, entendeu? E aí traz mais assertivo, a gente consegue contratar mais rápido, e pessoas que ficam na empresa, que também é importante. Não adianta a gente só trazer para dentro, e depois como você falou, não encaixar por algum softskill, por algum problema cultural, e não conseguir se manter na empresa. Então assim, que é outra métrica também. A gente vê que as pessoas que a gente tem trazido, tem ficado na empresa. Então, tem funcionado bem a parceria, não só para filtrar e recrutar, mas, como a gente está recrutando certo, dentro do que as pessoas estão permanecendo. Então, faz todo sentido o que você falou.

Perrott: Agora Vera, esse depoimento que o Rafa deu aqui agora, de ter um profissional que vem, que passa por vocês, e que fica. Isso eu me lembro também do bate-papo que eu tive com vocês há um tempo atrás, que é uma percepção muito importante do time da Shark, conseguir analisar se aquele cara só é um cara temporário, se ele só quer fazer uma pequena transição. Isso você já ajuda muito, porque imagina, faz todo aquele on boarding, com novo colaborador, faz todo aquele processo de inserção de cultura, de iniciar nos processos, ferramental, enfim, é uma série de coisas. Aí dois, três meses depois, “não era isso que eu queria, desanimei”. Então Vera, tem que estar muito ligada nisso, para ajudar o Rafa, ajudar o time aqui a não ficar perdendo tempo com esse tipo de situação. Muito pelo contrário, que é uma coisa duradoura, não é isso?

Vera: Sim. Eu não tenho os números agora assim, de cabeça. Mas, os números de reposição, da garantia que a gente dá nesse trabalho que a gente faz com os clientes, que é o trabalho de (canting) [00:17:00.18], nosso número de reposição é baixo, bem baixo. Garanto para você. Teve alguns casos? Claro, tem. Mas, são baixos, porque esse critério é bem refinado. É o que eu falo também, não vou falar que a gente não erra. Continuamos com aquele problema. A pessoa que desiste no dia de começar. Tem aquele que nem começou. No dia que fio começar, desistiu. Mas, assim, depois que ele começa… agora lógico, pode ter tido alguma coisa durante um período, que o profissional acabou saindo da Druid, do cliente. Mas, a gente fica bem esperta com esses que só querem se aventurar. Ou até capturar algum treinamento, ou fazer um salto de carreira também. Que é aquele que quer dar um salto só, de valor, principalmente, né? Então, as vezes também é muito por valor, né Rafael. As vezes vem o paraquedista, dinheiro, olha que a gente refina, tal. Mas, tem esse trabalho, de assim, nas nuances da entrevista, nas referências que a gente busca, tentar minimizar esse risco de a pessoa estar nos enganando de todos os lados.

Rafael: E acho que tem uma coisa importante nisso, porque a gente, quando tem algumas vagas que são internacionais, a Vera tem essa preocupação mais forte ainda. Porque as vezes são pessoas que estão querendo começar a fazer a primeira coisa para um cliente internacional, e rapidamente pulam. Mas, eu acho que a gente tem conseguido fazer, ter um resultado ótimo assim, porque obviamente que tem, como ela falou, tem casos que acontece. Mas, eu acho que percentualmente é baixo, a maioria das pessoas que tem vindo, para ficar. Os filtros têm sido bons.

Perrott: O mercado de TI, ele se mostrou aquecido nesses últimos anos, né? Então aí Rafa, conta um pouquinho para a gente. Ok, a Vera ajudou vocês a acharem o perfil certo. Agora, está contigo aqui, está na vez do time do Rafa aqui, todo o time da Druid, conseguir reter esse colaborador e segurar. Qual é as estratégias que vocês conseguem desenvolver, para até mesmo dar continuidade, ao serviço que a Vera fez lá, de entender alguém mais dentro do feat, dentro da cultura de vocês. Conta um pouquinho aqui para a gente.

Rafael: Primeiro que é um trabalho constante, e assim, que a gente tem evoluído também. Principalmente nesse momento de crescimento acelerado assim, 2019, começa a crescer muito, tem um desafio gigante para a empresa, para se conseguir crescer mantendo a cultura, e também deixando as pessoas que estão entrando satisfeitas. Porque tem um momento bem meio de caos ali do crescimento, que é difícil de gerenciar, de fazer um on boarding adequado, de conseguir botar a pessoa em um projeto que tem feat com ela, de ver o desenvolvimento dela em treinamento, enfim. Então, é um superdesafio, que a gente vem tentando melhorar dia a dia. Eu digo até aqui para o meu RH, meu pessoal, o seguinte. O nosso desfio aqui como gestor, é 90% cuidar bem do nosso principal ativo, que são nossas pessoas. A gente tem que cada vez melhorar, para que essas pessoas que vão ficar aqui. Então, o que que a gente tem buscado fazer? Primeiro, ter desafio tecnológico, essa galera que vem e gosta de tecnologia, gosta de estar trabalhando com coisa de ponta, com tecnologias bacanas. Tem interação com os arquitetos da Bless, com os clientes importantes, com soluções complexas, enfim. Então a gente tem uma vertente que é buscar desafio para a as pessoas, e não deixar elas em projetos que são mais do mesmo muito tempo. Então, essa busca por que a pessoas estejam fazendo coisas que seja desafiadora, que ela esteja aprendendo constantemente. Esse é um lado. Outro lado, tem que ter uma remuneração atrativa, não tem jeito, é parte importante, apesar de não ser crucial, é importante ter uma remuneração atrativa. E por último, ter um ambiente bacana de trabalho, sem… eu acho que o nosso atrativo principal é o seguinte, nós não somos uma corporação gigante, onde tem aquelas marras, lentidão nos processos, que acaba deixando muitas vezes as pessoas desanimadas de trabalhar ali. Então aqui, ele tem acesso aos gestores, tem acesso a treinamento, tem acesso, a gente incentiva a certificação, a gente quer investir no crescimento da pessoa. Quando eles sentem parte disso, a gente consegue reter. Mas, a gente, mesmo assim, a gente ainda perde algumas pessoas, principalmente para o mercado externo, essa coisa da variação cambial. As empresas estão buscando o pessoal aqui para trabalhar remoto daqui do Brasil. Então, nosso desafio é constante, e não é fácil, mas, a gente trabalha muito forte, para que as pessoas se sintam bem trabalhando na Druid, estejam crescendo, estejam com tecnologia desafiadora, e estejam bem remunerados para conseguir manter.

Perrott: Bem, então, recado dado aqui gente. Acho que está muito claro que se a gente conseguir combinar parceiros sérios que tem no mercado, se a gente conseguir combinar realmente aquele parceiro que consegue entender a operação no dia a dia, a cultura, o momento, o momento do mercado, eu acho que é uma combinação mais do que adequada para se gerar um bom resultado, e trazer a especialidade de cada um, né? Está aqui o time da Shark, com especialização de recrutar, e está o time do Rafa, da Druid, que realmente quer não é recrutar, e sim implantar os projetos dos clientes, fazer a jornada da transformação digital, jornada em Cloud. Então, acho que essa é a formula. Juntar o que tem de melhor no mercado, e acelerar os negócios. É isso?

Vera: É isso.

Rafael: Perfeito Vinícius.

Perrott: Bem…

Vera: Você faz, tudo o que você faz melhor, eu faço o que eu faço melhor.

Rafael: Exatamente.

Perrott: Agora Rafa, a gente estava falando agora a pouco, justamente da especialização. De cada empresa ser especializada. E a gente sabe que o RH da empresa, ela está muito mais com o olhar de cuidar de quem está dentro da empresa, não de quem está por vir, não que não tenha essa habilidade. Mas, conta aqui também um pouquinho para a gente, como é que é esse relato de vocês, do RH de vocês, em ter uma parceria tão especializada para poder agregar valor ao dia a dia do RH, e poder assim, dividir a tarefa, cuidar melhor de quem está dentro, deixar os especialistas trazerem o que há de melhor, os profissionais mais certos. Por favor.

Rafael: Então Vinícius, acho que é um pouco do que a gente estava falando ali atrás, que os desafios gigantes que a gente tem para manter as pessoas aqui felizes, dentro da Druid, que é 90% do nosso trabalho manter essa galera em aprendizado contínuo, estar feliz em estar aqui dentro, entregando os projetos. Então, o RH já tem desafios gigantes, dentro, para manter essa cultura da Druid, no meio desse crescimento grande. Então, um monte de gente de fora chegando. Como é que você mantém a cultura, como é que você consegue crescer mantendo a qualidade. Então, ele já tem muito desafio, e como que ele vai dar conta de ainda fazer recrutamentos especializado, escalar isso. As vezes vem 5, 10 vagas. A Vera pode contar e já tiveram desafios em momentos assim, “precisamos para duas semanas, e na primeira a gente já tem que entrevistar 5, tem que mandar para o nosso cliente validar”. Enfim, o nosso RH ia perder o foco, e a gente não ia fazer bem nenhum dos dois. Então, a gente tentou fazer uma separação, RH cuida do que está dentro, e a gente achou um parceiro ideal, que também foi difícil antes, a gente acabava tendo que fazer, acaba sendo um retrabalho. E aí, engargalava o RH com 200 currículos que não davam feat. Então, quando a gente achou um parceiro que consegue filtrar, consegue mandar as pessoas que tem feat com a vaga, e que consome menos tempo do nosso pessoal técnico, para entrevistar do nosso próprio RH, para fazer o feat cultural ficou a parceria perfeita. Então, hoje a gente consegue dividir isso bem. Então, RH cuida mais do que é interno, para escalar para a gente conseguir crescer, a gente tem essa parceria com a Shark.

Perrott: Olha aí. E aí Vera conta aqui para a gente.

Vera: Então, a Shark é a extensão da Druid. É canal aberto, direto, para recrutamento e seleção. É isso que eu vejo, é um braço de recrutamento e seleção, ele conta com uma equipe nossa aqui de tech recruiter, trabalhando e recrutando as vagas para ele. O RH dele cuida do pessoal interno, gestão cuida dos projetos, nos ajuda nessa entrevista, mas, quem decide o fechamento são eles, mas, ele conta com toda essa equipe nossa. É esse o fundamento da parceria.

Rafael: Cada um faz o que deve fazer.

Vera: Cada um faz quilo que é de melhor para a sua área.

Rafael: Exatamente.

Perrott: Olha aí, a palavra de chave aqui, é a parceria. Cada um olhar exatamente o que tem que ser feito, tá ótimo, está resolvido o problema. Se eu entendo a minha proposta, entendo a minha missão, vou ali, “Rafa, beleza, deixa comigo. Vera, deixa comigo aqui”, e vamos simbora. Porque a parceria tem isso também, ela tem que confiar no parceiro. Se ele realmente entendeu, cara, deixa ele fazer o trabalho, ele vai fazer.

Vera: Ele vai entregar, isso aí.

Perrott: Sensacional. Bem pessoal, queria muito agradecer a participação do Rafa. Eu acho que o Rafa deixou muito claro que tem uma parceria de sucesso faz total diferença para o negócio, acelera, e traz pessoas capacitadas. Porque imagina só, o Rafa foi contando a história dele aqui, eu fiquei imaginando. Poxa, vou contratar um profissional muito bom, mas, na hora de colocar na frente do meu cliente, ih, o cara começa a dar problema. Eu Vinícius, não ia gostar. Então Rafa, muito obrigado por ter compartilhado aqui história da Druid, compartilhado aqui esse momento tão legal que está tendo com a Shark, que a Shark está contribuindo para vocês, e até o próximo episódio, viu?

Vera: Obrigada Vinícius.

Rafael: Muito obrigado Vinícius, eu que agradeço o convite de vocês, e estamos sempre a disposição.

Perrott: Legal.

Vera: Obrigada Rafael.

Perrott: Só tenho que agradecer, agradecer demais. E Vera, muito obrigado pela sua participação aqui no nosso episódio. Vera já é de casa, já conhece aqui toda a mecânica do episódio. Legal demais Vera, você ter podido compartilhar um pouquinho, principalmente da história da Shark, o porquê que ela está realizando essa missão, e esse proposito tão nobre de ajudar as empresas a achar o profissional certo, no momento certo, da vaga certa. Acho que isso faz total sentido, e gera melhores resultados para frente. Acho que isso que é o legal, a empresa olhar isso aqui, poxa, se o comportamento é assim, se eu tenho essa capacidade de encontrar um profissional, isso que é legal. Parabéns e muito nobre viu Vera, a missão de vocês. E um abraço para todo o time da Shark.

Vera: Grande desafio esses profissionais de TI. Obrigada.

Perrott: Nossa pai do céu. Desafio é enorme.

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